Como a Microsoft Leva o ITIL V3 do Conceito à Prática – Parte 6


Como o Modelo de Otimização de Infra-Estrutura da Microsoft Suporta os Serviços de Negócios e as Cargas de Trabalho


Todas as empresas precisam de uma infra-estrutura sólida que suporte suas operações. Por exemplo, um aeroporto fornece serviços, como de comidas e bebidas, verificações de segurança, serviços de bagagem, de restaurante e abastecimento, assim como os serviços mais importantes, como programação de radares e da pista de pouso e decolagem. Um aeroporto depende dos serviços de infra-estrutura de comunicação e computação sobre os quais esses serviços corporativos e cargas de trabalho residem. Esses serviços de TI devem ser consistentemente disponíveis, seguros, confiáveis, além de estarem continuamente dentro da capacidade, da qualidade e do custo. Sem isso, um aeroporto não funciona.


Para ajudar as organizações a avaliar se sua infra-estrutura está bem posicionada para suportar suas cargas de trabalho corporativas, a Microsoft fornece um Modelo de Otimização da Infra-estrutura (CORE IO). O Modelo de IO ajuda os clientes a perceber grandes economias em sua infra-estrutura de TI, migrando de um ambiente sem gerenciamento para um ambiente dinâmico. A segurança é melhorada de um nível altamente vulnerável, de uma infra-estrutura básica, para um nível dinamicamente proativo de uma infra-estrutura mais madura. O gerenciamento da infra-estrutura de TI se alterna de altamente manual e reativa para altamente automatizada e proativa. Os processos vão de fragmentados ou inexistentes até otimizados e repetidos. A capacidade de um cliente de usar a tecnologia para aprimorar a agilidade em seus negócios e fornecer o valor comercial aumenta na medida em que ele migra de um estado básico para outro dinâmico, impulsionando os profissionais da informação, os gerentes, além de suportar novas oportunidades de negócios.


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Figura - Níveis de maturidade do CORE IO


O CORE IO permite que as organizações obtenham benefícios imediatos e cresçam com o tempo, ajudando-as a entender e, mais tarde, a aprimorar o estado atual de suas infra-estruturas de TI, compreendendo o que elas significam em termos de custo, segurança, risco e agilidade operacional.


Um abraço,


Rodrigo Dias

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