Três razões para visitar centros de inovação, como o iHub


Por  Leila Charfi, Directora de Parcerias de Inovação, Microsoft 4Afrika

 Há pouco mais de um ano lançámos a nossa iniciativa 4Afrika Initiative, destinada a envolver-se na competitividade económica de África e permitir que os jovens Africanos com uma ideia para negócios ou aplicativo a transformassem em realidade. Uma das nossas primeiras parcerias que deu vida a esta iniciativa foi um acordo de cooperação estratégica com a iHub em Nairobi e m:lab da África Oriental, que em um ano forneceu formação técnica a 520 iniciantes, PMEs, empresários, & desenvolvedores – ajudando-os a tornar-se em empresas de pleno direito. Mais recentemente,  celebrámos acordos semelhantes com CcHUB na Nigéria, DTBi na Tanzânia e  AfriLabs, a rede central pan-Africana.

Se tem seguido de próximo a paisagem de inovação Africana, aperceber-se-á que tem havido uma mudança nos últimos anos por parte de investidores em busca de soluções inovadoras de fornecedores de software independentes estabelecidos para investir de forma mais agressiva em desenvolvedores e iniciantes. Por quê? Eles são naturalmente inovadores, ágeis, têm potencial de crescimento tremendo, e estão usando soluções únicas para resolver os problemas locais.

Então, se você é um iniciador inovador ou um desenvolvedor com grandes ideias, aqui estão as minhas principais razões para se inscrever com uma central de inovaçãoalém disso, veja o vídeo aqui para saber mai!

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1. Redes

Todos nós sabemos o ditado, "Não é o que você sabe, mas quem você conhece", muitas vezes citado para ilustrar a importância do trabalho em rede. Isto revela uma grande verdade, especialmente quando se trata da indústria de tecnologia emocionante e dinâmica. E não há lugar melhor para fazer isso do que no iHub vibrante em Nairobi. De acordo com o seu fundador, Erik Hersman, “A missão do iHub é catalisar e crescer a comunidade Queniano de tecnologia. Fazemos isso ligando pessoas, apoiando iniciantes e fornecendo informações valiosas à comunidade, sejam eles engenheiros, projectistas da web, investidores, governo ou academia. Em essência, acreditamos que apenas colocando pessoas inteligentes num quarto, acontecem coisas boas. Isto foi demonstrado como sendo verdadeiro muitas vezes durante os últimos quatro anos, é um lugar onde as empresas surgem, os produtos são financiados, as pessoas são ligadas e onde a inovação prospera. O iHub nasceu de uma ideia da comunidade, e não deve ser surpresa alguma que cresce devido à iniciativa e ambição dessa mesma comunidade.” 

2.     Apoio e recursos

Centros de inovação fornecem acesso directo a empresas como a Microsoft, o que significa que os desenvolvedores têm acesso não só a uma série de ferramentas para os ajudar a desenvolver os seus produtos, mas também a tempo exclusivo com os especialistas que fornecem informação incalculável e orientação estratégica. Por exemplo, O Evangelista de Desenvolvedores da Microsoft, John Kimani (colocar hyperlink do seu blog), vai ao iHub todas as Quartas-feiras para prestar apoio técnico aos desenvolvedores e responder às suas perguntas. E o mais importante sobre pessoas como John é que eles não estão lá apenas para fazer o seu "trabalho" – têm verdadeira paixão em ajudar as pessoas e ver as ideias transformadas em realidade.

Um excelente exemplo de como este tipo de apoio pode ajudar os desenvolvedores, vem de Catherine Kiguru, Inovadora Chefe de Ukall Limited. Catherine é uma desenvolvedora com sucesso que lançou a sua própria iniciante concentrando no fornecimento de soluções de RH móveis que abordam os desafios enfrentados pelos negócios quando empregam forças de trabalho grandes e diversificadas em locais diversos e muitas vezes remotos. Ela diz que o ambiente de colaboração e o apoio que recebeu da Microsoft, variando de orientação aos recursos e testes, têm sido fundamentais para o seu sucesso.“( O apoio da Microsoft) tem sido muito instrumental, tanto na orientação como em fornecer-nos o ambiente de trabalho certo … e em fornecer-nos os recursos de que realmente necessitávamos para desenvolver o produto e o lan.

 3.Motivação e inspiração

Implementando códigos até tarde à noite sózinho à sua secretária no escuro não é muito encantador ou motivador. Muito mais atraente é estar sentado em um espeço moderno, iluminado e colorido cercado por pessoas afins e tudo de que poderia possivelmente necessitar para ser bem sucedido. Desde o seu café movimentado à mesa de matraquilhos, sofás sacos de feijão, e área de cantina exterior, o iHub permite que as pessoas mantenham alguma forma de vida social, enquanto eles transformam os seus sonhos de desenvolvimento em realidade. E, há uma forte probabilidade de que, através do convívio com alguns dos maiores cérebros de tecnologia ao redor, eles vão ficar com inspiração suficiente para trabalharem até tarde na noite quando regressam a casa – mesmo que seja numa mesa monótona, no escuro!

Nós acreditamos com convicção no potencial de inovações Africanas, e os desenvolvedores, empresários e jovens que as estão a impulsionar, e é por isso que escolhemos apoiar iniciantes trabalhando com centros de inovação. Além disso, acreditamos que os espaços abertos para a inovação e colaboração podem auxiliar a nutrir esse potencial, que está intimamente alinhado com o objectivo da 4Afrika de ajudar a acelerar o desenvolvimento económico de África e melhorar a sua competitividade global.

Assim, se você está no Quénia e estas razões lhe parecem ser boas – ou se precisar que o convençam – exorto-vos a irem ao iHub e ver o que o espaço vos pode oferecer (podem também acompanhar iHub no Twitter aqui). E se você não está no Quénia, informe-se mais sobre um centro de inovação no seu país nos seguintes elos:

CCHub (Nigéria)

DTBi (Tanzânia)

Afrilabs (rede pan-Africana com afiliadas em Camarões, Egipto, Etiópia, Gana, Quénia, Libéria, Madagáscar, Nigéria, Senegal, África do Sul, Tanzânia, Uganda e Zâmbia)

 


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